Densitometria Óssea
O que é?
A Densitometria Óssea (DEXA) é o método padrão que fornece medições detalhadas do corpo, analisando a densidade óssea, a massa magra e a massa gorda.
Sobre a Densitometria Óssea
- Não ingerir medicamentos que contenham cálcio nas 24 horas que antecedem o exame;
- Não ter realizado exame com contraste radiodenso preferencialmente nos últimos 3 dias;
- Não estar gestante.
O exame é feito para identificar qual a sua densidade óssea, se você tem osteopenia ou osteoporose e ajudar a avaliar seu risco de fratura. Você recebe os resultados como as fotos de um Raio-X, só que as imagens são um pouco menos nítidas, por conta da quantidade diminuída de radiação.
os exames de Densitometria óssea são rápidos e produzem uma baixa exposição à radiação – até dez vezes menor que a exposição gerada por uma radiografia normal de tórax. A densitometria óssea é um teste rápido (dura cerca de 5 minutos) e indolor para a medição da densidade mineral óssea.
Informações:
A densitometria óssea é o exame ideal para o diagnóstico da osteoporose e da osteopenia por detectar a redução da massa óssea de maneira precoce e precisa. Ele é o método mais utilizado para avaliar a densidade mineral dos ossos e utiliza um aparelho conhecido por utilizar a técnica de DXA (Dual-Energy X-ray Absorptiometry).
A fonte de radiação emite dois tipos de energia que atravessam a parte do corpo a ser examinada. Uma energia é absorvida pelos tecidos moles (pele, músculo e gordura) e a outra energia é absorvida pelo osso.
Os detetores recebem essa informação e transformam-na numa imagem que posteriormente é analisada, permitindo assim conhecer a quantidade de massa óssea existente numa dada região do corpo.
O exame de densitometria óssea é indicado para mulheres acima de 65 anos e homens acima de 70 anos. Entretanto, pode ser indicado para mulheres abaixo de 65 anos e homens abaixo de 70 anos que preenchem um dos critérios abaixo:
- Baixo Peso (Índice de Massa Corporal menor que 18,5 kg/m²);
- Fratura Prévia;
- Medicações que aumentam o risco de osteoporose;
- Doenças que aumentam o risco de osteoporose;
- Monitorar osteoporose já diagnosticada;
- Monitorar tratamento.
obs: O procedimento também tem aplicação em pediatria, para acompanhar o crescimento da criança e do adolescente.
